Paróquia da Proteção da Mãe de Deus

"A Paróquia é o centro da vida da Igreja, porque nela acontecem os aspectos mais importantes da vida das pessoas e da vida cristã, desde o Batismo, a instrução Cristã, a Crisma, a Santa Missa, o Casamento, o seguimento de Jesus Cristo, a Reconciliação com Deus, a pregação do Evangelho, a Missão e assim por diante..."

Como é em nossa Paróquia...

 

        Em nossa Paróquia os membros da Igreja são todos ministros, no sentido em que todos servem nas áreas nos quais estão capacitados pelo Senhor. O alvo do ministério é reconciliar o mundo a Deus através de nosso Senhor Jesus Cristo, ensinando a obedecer tudo o que Jesus nos ensinou.

    Nossa paróquia procura ser expressão viva do corpo de Cristo em nossas localidades, sendo “pastoreada” pelo Abuna, que do Aramaico significa: nosso pai, a quem no Brasil conhecemos simplesmente como padre;

        Nós, esta parcela da Igreja, nos nutrimos da Eucaristia celebrada à cada Santa Missa e dos Sacramentos da Igreja, e nos fortalecemos pelas orações, pela comunhão entre os irmãos e pela Palavra de Deus.

       Em nossa paróquia, buscamos, sem  dúvida nenhuma, ser testemunho vivo de Cristo na comunidade local, estando comprometidos com a transformação da sociedade. 

        Assim, nos estruturamos, buscando responder as necessidades da comunidade local, trabalhando para restaurar todos os povos na união com Deus e uns com os outros através da mensagem de reconciliação aos que somos chamados. Não à toa, pois a verdadeira proclamação do Evangelho de Cristo vai ser acompanhada pela nova vida e transformação das pessoas que mudam a sociedade para ser sinais visíveis do Reino de Deus no mundo. Isto só se faz possível mediante a missão da Deus sendo expressada através da paróquia e missões em cada cidade.

 

O PÁROCO

Padre Felipe, é um jovem Padre, nascido em 1979, casado com Silmara e pai da pequena Sophia.

    Cursou Filosofia no Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus em São José do Rio Preto - SP e Teologia na Escola Superior de Teologia e Espiritualidade Franciscana em Porto Alégre - RS, Faculdade Nossa Senhora da Assunção em São Paulo - SP, Eparquia Greco Melquita Católica em São Paulo -SP e Teologia Ortodoxa junto a Eparquia da América do Sul da Igreja Ortodoxa Ucraniana.

Foi ordenado Padre em primeiro de Junho de 2007 atuando em nossa paróquia desde então.

    Padre Felipe Trabalha Profissinalmente na Prefeitura de Boa Esperança do Sul - SP, presta serviços e consultoria na área técnica à Emisoras de Rádio,Paróquias e  Empresas, além de escrever para jornais.

A DIÁCONISA

  Diaconisa Marian, é Diaconisa da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia, nascida em 1968, casada com Padre Felipe e mãe da pequena Sophia.

   Foi ordenada no ano 2012 atuando em nossa paróquia desde então.

   Diaconisa Marian trabalha profissinalmente na Villa Fonte Agua mineral em Boa Esperança do Sul - SP.

 

O que se deve fazer primeiro quando se entra numa Igreja Ortodoxa?

 
Deve-se aproximar do lugar das velas. Nossa piedade cristã, na prática, começa pelo ritual de ascender uma vela. Seria impossível imaginar um templo ortodoxo onde não se ascendem velas.Um estudioso da Liturgia, São Simeão de Solun (Séc. XV) diz que a cera pura significa a pureza e a fé das pessoas que a trazem. Oferece-se a velas em sinal de nosso arrependimento. A suavidade e a flexibilidade da cera falam de nossa disposição em ser obedientes a Deus. A chama da vela significa o calor de nosso amor a Deus. Não se deve colocar a vela de uma maneira formal, com o coração frio. O ato físico deve ser acompanhado por uma simples oração, com palavras próprias. As velas sempre estão associadas aos ofícios da Igreja. Os que foram recém-batizados mantém as velas em suas mãos, como também os que se unem no sacramento do matrimônio; durante o ofício pelos falecidos e durante o hino do Akathistos; há ainda os que costumam segurar uma vela acesa, até mesmo durante a Divina Liturgia. Nas procissões os fiéis caminham portando velas, resguardando do vento com a mão a chama acesa. Não existem regras definidas a respeito do lugar ou da quantidade de velas que devem ser colocadas. Sua aquisição é um pequeno sacrifício a Deus e oferenda voluntária para ajudar na manutenção da Igreja ou o Monastério. Uma vela grande e cara de nenhum modo tem mais graça do que uma pequena.Os que regularmente visitam o templo, colocam comumente várias velas: ao lado do ícone do santo do dia, posto sobre um porta-ícones no centro do templo, em frente aos ícones do Salvador e da Santa Virgem, pela saúde de seus entes queridos; diante do crucifixo sobre uma pequena mesa, pelo descanso dos seus falecidos e, se deseja seu coração, aos santos de sua devoção particular.A Deus a vela de cera é agradável, porém, a chama que nasce do coração do fiel lhe é mais agradável. Nossa vida espiritual e a participação nos serviços religiosos não se limita à vela pois, por si só, a vela não nos salvará dos pecados, tão pouco nos unirá mais a Deus e nem nos dará forças para a luta invisível. "A vela esta cheia de significado simbólico, porém, o que nos salva não é o símbolo, mas a autentica essência da Graça divina."